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Já seja durante as férias ou simplesmente num passeio curto é importante que os nossos animais viajem de forma segura.
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Viajar com animais de estimação faz parte da vida de muitas famílias brasileiras. Os pets não são mais apenas “companhia”, eles participam do cotidiano, dos passeios e das férias. Por isso, cada vez mais pessoas optam por levar seus cães e gatos junto quando viajam de carro. No entanto, apesar de ser algo comum, viajar com pets exige planejamento, atenção à legislação e cuidados específicos para garantir a segurança do animal, do motorista e dos demais ocupantes do veículo.
Já seja durante as férias ou simplesmente num passeio curto é importante que os nossos animais viajem de forma segura. Mas, o que diz a lei a respeito? No Código da Estrada, os animais são classificados como “carga”, contudo é indispensável que ao viajar com animais de companhia, cães ou gatos, garanta que a segurança e a condução não sejam prejudicadas.
Neste artigo, você vai entender como viajar com animais de estimação de forma segura, o que diz a lei brasileira sobre o transporte de pets no carro e quais cuidados práticos tomar antes de sair para a estrada.
No Brasil, o Código de Trânsito Brasileiro não permite que o motorista transporte animais de forma que isso comprometa a condução do veículo ou a segurança dos ocupantes. Dirigir com o animal no colo, entre as pernas ou solto dentro do carro é considerado infração, pois tira a atenção do condutor e aumenta o risco de acidentes.
O Decreto-Lei n.º 315/2003 estabelece que “o transporte de animais deve ser efetuado em veículos e contentores apropriados à espécie e ao número de animais a transportar, tendo em conta o espaço, ventilação, temperatura, segurança e fornecimento de água, de forma a salvaguardar a proteção dos mesmos e a segurança de pessoas e outros animais”.
Na prática, isso significa que o animal precisa estar devidamente contido durante todo o trajeto , seja por meio de uma caixa de transporte apropriada, de um cinto de segurança específico para pets ou de grades de separação no caso de veículos maiores. O objetivo da lei é simples: evitar distrações, reduzir o risco de lesões em caso de freada brusca ou colisão e garantir a segurança de todos.
Um animal solto pode se movimentar livremente pelo interior do veículo, pular no colo do motorista, interferir nos pedais ou até mesmo se assustar com um barulho e reagir de forma imprevisível. Em uma freada repentina ou em um acidente, ele pode ser arremessado contra os ocupantes ou contra o painel, sofrendo ferimentos graves.
Além disso, mesmo animais tranquilos podem se estressar durante a viagem por causa do barulho, do movimento constante e de estímulos externos. Por isso, contê-los de forma segura não é apenas uma exigência legal, mas uma medida fundamental de proteção.
A forma mais recomendada de transporte, especialmente para gatos e cães de pequeno porte, é a caixa transportadora. Ela deve ser resistente, bem ventilada e do tamanho adequado para que o animal consiga se movimentar minimamente dentro dela. Essa caixa deve ser posicionada no banco traseiro ou no porta-malas de veículos tipo hatch ou SUV, sempre presa com o cinto de segurança ou com um sistema de fixação.
Para cães médios e grandes, o cinto de segurança para pets é uma alternativa bastante usada . Ele deve ser preso ao peitoral do animal, nunca à coleira, e conectado ao engate do cinto do carro, de preferência no banco traseiro. Em veículos maiores, como SUVs e peruas, também é comum o uso de grades ou redes de separação entre o porta-malas e a cabine.
Antes de sair, é importante garantir que o animal esteja confortável e preparado. Evitar alimentá-lo imediatamente antes da viagem ajuda a reduzir o risco de enjoo. Um passeio antes de entrar no carro costuma deixá-lo mais tranquilo, pois ele gasta energia e fica mais relaxado.
Durante a viagem, o ideal é manter o carro bem ventilado, sem vento direto no rosto do animal, e evitar sons muito altos que possam causar estresse. Em trajetos mais longos, recomenda-se fazer paradas regulares para que o pet possa beber água, fazer suas necessidades e se movimentar um pouco.
Também é importante levar água, ração, tapetes higiênicos ou sacos para recolher fezes , além da carteirinha de vacinação e eventuais medicamentos de uso contínuo. Em casos de animais mais ansiosos ou que costumam enjoar, a orientação de um veterinário antes da viagem é sempre bem-vinda.
Em viagens mais longas, os cuidados devem ser intensificados. O tempo maior dentro do carro pode aumentar o estresse e o cansaço do animal, por isso as pausas se tornam ainda mais importantes. A hidratação precisa ser constante e o tutor deve ficar atento a sinais de desconforto, como ofegância excessiva, inquietação ou vocalização fora do normal.
Um ponto fundamental é nunca deixar o animal sozinho dentro do carro fechado , nem por poucos minutos. A temperatura interna pode subir muito rapidamente, mesmo em dias aparentemente amenos, e isso pode causar hipertermia e até a morte do animal.
Viajar com animais de estimação torna qualquer imprevisto mais delicado. Uma pane mecânica, um pneu furado ou um acidente na estrada podem se tornar situações muito mais estressantes quando há um animal no carro.
Por isso, contar com um bom seguro auto faz diferença. Ele garante assistência 24 horas, guincho, carro reserva e suporte em situações inesperadas, permitindo que você resolva o problema com mais rapidez e segurança. Hoje, é possível contratar seguro de carro online e comparar preços e coberturas em plataformas como a Compareemcasa, o que facilita bastante a escolha da melhor opção para o seu perfil.
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