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Mesmo sendo uma atividade rotineira, dirigir um carro envolve certos riscos que todo motorista deveria levar em consideração. Por exemplo, conduzir sob efeito de determinados medicamentos pode afetar seriamente o desempenho de um motorista. Dependendo do tipo de medicação, os sintomas são vários e podem alterar as três funções básicas e necessárias para uma direção segura: visão, cognição e função motora. Portanto, antes de pôr em risco sua integridade física e a de sua família, seria aconselhável parar para pensar no assunto e conhecer quais os remédios que podem afetar a sua capacidade de dirigir.

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A seguir, conheça quais os medicamentos que oferecem risco e saiba como eles podem comprometer seu desempenho ao volante:

BARBITÚRICOS: pesquisas determinaram que motoristas em uso destes sedativos apresentam um risco mais de sete vezes maior de se envolver em acidentes de trânsito do que aqueles que não os utilizam. Os barbitúricos produzem sonolência, letargia, alterações na visão e no comportamento, entre outros efeitos secundários. Portanto, a recomendação é: se precisar fazer uso destes medicamentos, evite dirigir até verificar como o organismo reage ao seu uso.

ANTIDEPRESSIVOS: além de insônia, estes medicamentos podem causar fadiga, sedação, tremores, vertigem e alterações do comportamento. Embora as novas gerações de antidepressivos sejam consideradas mais seguras, quando utilizadas em altas doses podem afetar a capacidade de dirigir. No entanto, após uma semana do início do tratamento, os efeitos tendem a diminuir consideravelmente. Por conseguinte, é aconselhável deixar passar esse período de tempo, para ter certeza de que o medicamento não irá afetar o desempenho ao volante.

ANTI-HISTAMÍNICOS: quer sejam os sedativos ou os não-sedativos, os anti-histamínicos causam um risco 55% maior de acidentes de trânsito. Os chamados anti-histamínicos de primeira geração (sedativos), como Bromfeniramina, Clorfeniramina, Difenhidramina, Dimenidrinato e Hidroxina são os que mais negativamente influenciam o desempenho dos motoristas. Eles podem provocar falta de concentração, fadiga, alterações na visão e no comportamento, insônia e até alucinações. Portanto, os motoristas que estiverem fazendo tratamento com anti-histamínicos sedativos não devem dirigir. Já os anti-histamínicos de segunda geração (não-sedativos) podem causar sedação quando utilizados em doses mais altas do que as recomendadas.